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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Streaming está deixando a TV de lado!



Já não é segredo para ninguém. A tecnologia das transmissões por streaming estão ultrapassando o interesse o usuário final em Televisores ou Rádio.

Hoje é normal ao entrar em um transporte público, ver senhoras e senhoras que estariam correndo para chegar logo em suas casa para assistir seus sagrados telejornais ou novelas, que hoje não sentem nenhuma pressa em chegar em casa, pois basta abrir um app em seu mais diferenciado, colorido, enfeitado, nacional ou importado, smartphone e voila, todos seus programas favoritos, desenhos, novelas e telejornais na palma de sua mão, sendo transmitidos de um lugar "inexistente" para seu smartphone.

Programas televisivos tentando combater um pouco, ou pelo menos se aliar com o streaming, criaram apps de alta tecnologia e intuitivos para todos os usuários de todas as idades e em seus programas de palco acabaram adaptando as webcelebridades, que no meio de internet, usam o maior distribuidor de streaming gratuito do mundo como área de trabalho, o YouTube.

A discussão hoje entre coordenadores de emissoras de televisão, é combater e continuar com as atrações atrativas de suas empresas, mas também controlar ou tentar bater o mesmo público que gasta horas na frente do computador, tablet, celular, etc. assistindo uma quantidade massiva de conteúdo diversificado na internet.

2015 foi o ano do streaming. Durante todo o ano, pode-se ler várias matérias sobre a divulgação dessa forma de distribuição de conteúdo. Tal como o uso e as aplicações dessa plataforma. Nós postamos uma coletânea na época, podendo ser lida por aqui. Seguidas por guerras administrativas de empresas que foram obrigadas a pagar impostos sobre o direito de distribuição e algumas até mesmo obrigadas a fechar.

Cada dia que se passa, fica muito mais fácil distribuir qualquer conteúdo na internet, seja lá qual for. Canais de notícias, vídeo-aulas, cursos institucionais dos mais diferentes tipos, nenhuma plataforma dá o acesso suficiente como a Datatix oferece. Faça sua vídeo-teca, distribua todos seus vídeos pela internet e tenha seu próprio portal de vídeos. 


segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Analógico versus Mídia Digital




Ricardo Berzoini, ministro das Comunicações afirmou que serviços precisam ser regulamentados por competirem com os fornecidos por empresas brasileiras que já têm suas atividades definidas pela legislação brasileira.

A declaração foi feita nesta quarta-feira (19) quando o ministro participava de uma audiência pública na Câmara dos Deputados que tratava da qualidade da telefonia fixa e celular e da internet no Brasil.

Berzoini reitera que serviços não regulamentados, como Netflix, Whatsapp e YouTube, estão tirando empregos de Brasileiros, tal como as empresas televisivas reclamam das mesmas empresas, uma vez que deturpam o fluxo de dados de dados e visitas delas.

Mais e mais empresas de streaming estão ocupando o espaço de empresas do ramo televisivo e comunicativo. Todo mercado está propício a mudanças referentes ao avanço da informação. Assim como existe a guerra das gravadoras com o serviço de distribuição virtual dinâmico, todas empresas que não aderiram ao “movimento streaming”, terão baixas em suas ações



Hoje, qualquer pessoa a partir de 14 anos já está com um smartphone na mão, usando streaming de música. SpotifyDeezer, Rdio, serviços com pouquíssimo uso de dados, se pago, uso quase zero são os mais falados da geração. Plataformas que já suportavam serviços musicais, como a Apple e Google, para obter maior acessibilidade entre seus usuários acostumados com empresas que foram criadas unicamente para o ramo digital, abriram espaço para serviços digitais de streaming de música.


  

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Streaming na Mídia

Datatix, 13 de Agosto de 2015.



Na segunda semana de Agosto, o #G1 postou uma série de matérias voltadas ao Streaming no Brasil e no mundo. Mostrou como o segmento de Streaming cresce e incomoda a maioria das produtoras e músicos condicionados a vender seu conteúdo por meio de duplicação de mídias. 

A substituição de serviços para o meio digital é o maior causador dos atritos entre produtoras e empresas de Streaming. Isso acontece com o meio televisivo, que lutam para que seus clientes retornem para o serviço via satélite. Até mesmo as empresas de TAXI não se adaptaram ao modo moderno de corridas. Mesmo em muitos lugares proibidos, o UBER continua adquirindo mais e mais clientes, pela facilidade das transações via web.

Plataformas que já suportavam serviços musicais, como a Apple e Google, para obter maior acessibilidade entre seus usuários acostumados com empresas que foram criadas unicamente para o ramo digital, abriram espaço para serviços digitais de streaming de música. Hoje, qualquer pessoa a partir de 14 anos já está com um smartphone na mão, usando streaming de música. Spotify, Deezer, Rdio, serviços com pouquíssimo uso de dados, se pago, uso quase zero são os mais falados da geração.

Após 15 anos trabalhando com duplicação de mídia, a empresa de informática Tecnomidia também abriu as portas para o ramo de streaming. A Datatix começou com o serviço de streaming em 2013, por uma necessidade de migração para o digital. Diferente das maiores empresas de streaming musical, a Datatix não só faz streaming de áudio como também de vídeo, que é seu forte. Cursos, Ensino a Distância (EaD), vídeo-aulas, vídeos institucionais e treinamentos são os tipos mais procurados para distribuição.

Hoje se qualquer pessoa comprar um DVD, a não ser que seja para coleção, precisa de algo muito específico para reprodução, uma vez que, nem os vídeo-games estão aceitando CD's, então é extremamente fácil, entrar em um site, digitar alguns dados e assistir o que gostaria em qualquer lugar.